Nossa, que agora eu vejo
como não percebo!
Céus, que agora percebo
coisas que eu não via!
Ia, sem me preocupar,
sem medo de me afogar.
Agora que vi,
e sei,
me afogo em sã culpa,
mesmo sem ser culpada.
Agora que percebi,
vejo que sou livre de ti,
ou pelo menos assim,
desejo pra mim.
Tento, mesmo que
não, contento,
desejo de ti.
Penso, reparo e
represento tudo o que
procuro,
me vejo
em um céu obscuro.
Procuro e tudo o que vejo,
mesmo que não queira,
é você, só você.
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