me inspirar em você.
Eu costumava
te usar para fazer jus à minha escrita.
Eu costumava
te procurar, para meu alento.
Eu costumava,
costumava,
só costumava.
Eu costumava
te chamar de meu presente.
Você se tornou,
meu pretérito imperfeito,
que, embora passado,
é inacabado e
pode ainda, um dia,
voltar a ser.
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